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segunda-feira, 9 de abril de 2007
Noves fora .... nada - Helena
A mim,
Nunca foi dado
O direito de chegar
Apenas o de ir
Me sinto sobrando...
Me sobram braços,
Me sobram pernas...
Sei que a porta está fechada
Sei que ninguém me espera
Mas teimo em chegar
Não sei por que faço isso.
Um comentário:
Anônimo
disse...
Como quem se concentra diante de um formigueiro,e permanece horas a fio,apreendendo e aprendendo,você pulsa,vibra,sangra,diante da vida humana,e nisso você identifica-se com o leitor. com certeza, se você não existisse,Helena,faria falta de ser lida,ouvida,admirada e respeitada.teus escritos têm de ser lidos, devorados, guardados, chorados até, por que são de uma beleza que chega doer... por isso tudo,amo você,por que já te falei:quem te conhece,ou te ama,ou te inveja...beijo,Helena
Um comentário:
Como quem se concentra diante de um formigueiro,e permanece horas a fio,apreendendo e aprendendo,você pulsa,vibra,sangra,diante da vida humana,e nisso você identifica-se com o leitor.
com certeza, se você não existisse,Helena,faria falta de ser lida,ouvida,admirada e respeitada.teus escritos têm de ser lidos, devorados, guardados, chorados até, por que são de uma beleza que chega doer... por isso tudo,amo você,por que já te falei:quem te conhece,ou te ama,ou te inveja...beijo,Helena
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